Um dia antes do previsto, Hospital de Campanha de Campinas encerra as atividades

Foto: Fernanda Sunega/Prefeitura de Campinas

O Hospital de Campanha de Campinas foi oficialmente desativado na manhã desta quinta-feira (12 de agosto). Desde a última quinta-feira (06) a unidade deixou de receber novos pacientes e a previsão era de que as atividades fossem encerradas amanhã (13).

Entretanto, todos os pacientes que estavam internados na unidade tiveram alta graças a melhora no quadro e não foi necessária a transferência para outras unidades hospitalares da região.

A desativação do hospital, que está instalado na sede dos Patrulheiros, na região do Parque Itália, já estava prevista para acontecer neste mês e foi anunciada pelo prefeito Jonas Donizette em julho.

A administração municipal informou que a desativação ocorre porque a cidade atingiu um “platô alto” de casos de coronavírus, e não está mais em uma curva ascendente.

Agora, a estrutura física montada no local será mantida pela Rede Mário Gatti, caso haja necessidade de reativação; porém, o contrato com o Instituto Bom Jesus, que fazia a operação do local, será encerrado.

Sobre o hospital

O hospital foi construído e equipado pela Expedicionários da Saúde (EDS), grupo sem fins lucrativos. Não houve custos para a prefeitura. A gestão é da Rede Mário Gatti, por meio de uma instituição selecionada por chamamento público. 

A área onde está instalada a unidade foi cedida pela administração dos Patrulheiros Campinas. A operação teve custo total de cerca de R$ 6 milhões. 

A unidade começou a funcionar em 15 de maio, com 36 leitos de retaguarda. Em 10 de junho, foram abertos mais 18. Em 26 de junho, foram ativados mais 30 leitos. Com isso, o hospital passou a ter 84 leitos de retaguarda para atendimento de pacientes de baixa e média complexidades. 

O hospital conta com apoio do Exército, que garante a segurança e também empresta três ambulâncias para serem usadas em caso de necessidade de transferência de pacientes. 

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