CONFIRMADO: Padrasto de Maria Clara NÃO foi morto na cadeia.

A equipe da TV Hortolândia apurou alguns boatos que circularam nos últimos dias de que Cássio Martins Camilo, padrasto de Maria Clara, que foi preso após confessar o assassinato da menina de apenas 05 anos, teria sido morto dentro da Penitenciaria de Sorocaba

Em contato com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) responsável pela unidade onde Cássio se encontra, confirmamos que os boatos tratam-se de uma FAKE NEWS.

O acusado segue detido a disposição da Justiça, e aguarda o desdobramento das investigações que é guiada pela Polícia Civil de Hortolândia.

O caso causou muita revolta nos moradores da cidade, havendo inclusive uma tentativa de linchamento do acuso no dia em que o mesmo foi preso.

Nossa equipe segue acompanhando de perto as investigações e trará em primeira mão as novidades sobre o caso.

 

RELEMBRE O CASO

A criança havia desaparecido na manhã de quinta-feira (17). Desde então, familiares realizavam buscas pelo bairro Vila Real, onde a menina morava com a mãe, a encarregada de produção Franciéle Kauane Viana Nascimento, de 25 anos, e o padrasto.

O homem já era tido como suspeito e chegou a ser ouvido na delegacia quinta-feira (17), mas acabou liberado e levado até a casa de uma parente em Monte Mor. Ele negava participação no então sumiço da criança.

Familiares e amigos realizavam buscas pelo bairro na manhã de sexta quando um tio da menina localizou o corpo em um terreno baldio na Rua Irmã Nazária Rita de Fillipi, no bairro São Felipe, próximo à casa da família.

A criança estava dentro de uma caixa de papelão, coberta por plástico. Em um ato de desespero, Franciéle pegou o corpo da filha no colo e o levou até a UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) Nova Hortolândia, mas a criança já estava morta.

Depois que o corpo foi encontrado, agentes da Polícia Civil interceptaram o padrasto tentando fugir de Monte Mor para Campinas. Ele foi detido quando descia de um veículo de transporte por aplicativo já na cidade campineira.

Segundo o delegado titular de Hortolândia, João Jorge Ferreira da Silva, o homem confessou que estuprou e matou a menina. “Só estamos diligenciando para verificar a forma como ele levou a criança”, ressaltou.

O corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) para determinar a causa exata da morte e se a criança estava viva durante o estupro. Ainda segundo o delegado, a suspeita é de que a menina tenha sido morta por asfixia.

 

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