Em Sumaré PF cumpre operação contra tráfico internacional de drogas

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (6) a Operação Grão Branco, para desarticular quadrilha responsável por tráfico internacional de drogas.

Na região de Campinas três pessoas foram presas e outros seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos municípios de Mogi Mirim, Mogi Guaçu e Sumeré, de acordo com a assessoria de imprensa da corporação.

Não foram informados os endereços onde cada mandado de prisão foi cumprido. Até o momento, dois celulares foram apreendidos na cidade de Mogi Guaçu.

Cinco equipes deixaram a sede da PF em Campinas por volta das 5h10 para cumprirem os mandados. Todos os presos e apreensões feitos na região serão trazidos para a sede de Campin

Na região de Campinas três pessoas foram presas e outros seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos municípios de Mogi Mirim, Mogi Guaçu e Sumeré, de acordo com a assessoria de imprensa da corporação.

Não foram informados os endereços onde cada mandado de prisão foi cumprido. Até o momento, dois celulares foram apreendidos na cidade de Mogi Guaçu.

Cinco equipes deixaram a sede da PF em Campinas por volta das 5h10 para cumprirem os mandados. Todos os presos e apreensões feitos na região serão trazidos para a sede de Campinas.

No total, os policiais federais cumpriram 110 mandados judiciais em nove estados (MT, MS, TO, AM, MA, PA, RS, PR e SP). Entre os mandados, há 38 de prisão e 72 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Cáceres, no Mato Grosso.

 
 

A Justiça Federal determinou ainda a busca e apreensão de dez aeronaves e o sequestro de todos os bens de 103 pessoas físicas e jurídicas investigadas. O valor total de bens sequestrado está sendo apurado.

As investigações tiveram início em janeiro de 2019, quando a Polícia Federal e o Grupo Especial de Fronteira – Gefron de Mato Grosso, apreenderam 495 kg de cocaína no município de Nova Lacerda, no Mato Grosso.

Ao longo da operação, foram realizados mais de dez flagrantes com apreensão de aproximadamente quatro toneladas de cocaína, aeronaves e veículos utilizados no transporte e a prisão de mais de 20 pessoas envolvidas com o crime

O líder da organização criminosa, já condenado por tráfico de drogas, encontrava-se foragido da justiça brasileira e controlava toda a logística do transporte da droga a partir de uma mansão em um condomínio de luxo em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, desde a saída da droga daquele país por meio de aeronaves, até o recebimento dela em pistas clandestinas no Brasil, o carregamento em carretas e a entrega em grandes centros urbanos brasileiros.

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