Vacinação realizada na cidade com imunizantes produzidos pelo Instituto Butantan e pela FioCruz.

Hortolândia não tem “xepa” da vacina contra a Covid-19

Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

Diferentemente de outras cidades da região, Hortolândia não adotou o esquema conhecido como “xepa da vacina” para gerenciar as doses do imunizante contra a Covid-19. A “xepa” são as doses que sobram dos frascos e que não podem ser aproveitadas no dia seguinte por causa do prazo de validade. Como não podem ser desperdiçadas, são aplicadas em pessoas que moram próximas às unidades de saúde, perto do horário do encerramento diário da vacinação.

Cada imunizante tem um tempo determinado de validade após a abertura dos vidros. A da Pfizer pode ser conservada por até seis horas, a CoronaVac por até oito e a da Oxford/AstraZeneza, por 48 horas. O Ministério da Saúde recomenda que, ao final do expediente dos postos de vacinação, as doses sejam disponibilizadas às pessoas dos grupos prioritários.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Hortolândia, o município está gerenciando as doses de “maneira estratégica e com extremo critério”, e que até o momento não foi necessário adotar o esquema da xepa. Na capital paulista, são aplicadas diariamente cerca de duas mil doses remanescentes através da xepa da vacina.

(Texto: Agência Brasil, com adaptações)

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