Saúde

18 pessoas foram infectadas pelo vírus HIV em Hortolândia em 2018

Em 2018, de todos os moradores da cidade de Hortolândia que fizeram exame de HIV, sífilis e Hepatite, 18 tiveram o virus HIV confirmado.

O caso é preocupante. Segundo a Secretaria de Saúde a maioria dos casos no município não são entre gays ou garotas de programa, mas em homens e mulheres que parceiro fixo. O problema é que a maioria das pessoas que tem parceiro fixo não usa camisinha, porém muitos parceiros ao sair com outras pessoas correm o risco de serem infectados e trazer o vírus pra dentro de casa.

A Organização Pan-americana da Saúde (Opas) informou em Washington (Estados Unidos) que cerca de 500 mil pessoas tem o vírus HIV na América Latina e no Caribe e não sabem.

“Know your status” (“Saiba seu status”, em tradução livre) é o slogan da campanha do Dia Mundial de Combate à Aids deste ano e que há 30 anos é lembrado todo 1º de dezembro. De acordo com a organização, mais de 2,1 milhões de pessoas vivem com o HIV na região, sendo que apenas 1,6 milhão sabe que é portadora do vírus. Segundo a Opas, o teste para detectar é fundamental para proteger casais, evitar novas infecções e permitir que aquelas pessoas que foram diagnosticadas com o vírus iniciem rapidamente o tratamento que salva vidas.

Graças à disseminação dos exames e a um maior acesso ao tratamento, entre 2010 e 2017, as mortes relacionadas à Aids caíram 12% na América Latina e 23% no Caribe, conforme um comunicado da instituição. Apesar dos avanços, a taxa de novas infecções na América Latina se mantém em cerca de 100 mil por ano, com uma redução de apenas 1% desde 2010. O progresso no Caribe foi muito mais rápido, com diminuição de 18% nas novas infecções. Mesmo assim, em toda a região os grupos de maior risco continuam ficando fora dos serviços vitais de prevenção e acompanhamento.

Conforme dados da instituição, 41% dos novos casos da América Latina e 23% dos novos casos do Caribe ocorrem com gays e homens que fazem sexo com homens. Profissionais do sexo e seus clientes, mulheres trans e pessoas que fazem uso de drogas injetáveis também estão entre os grupos de maior incidência da Aids.

Direto da Redação
TV Hortolândia
Com auxilio de EBC

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