ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha sobe a partir de 1º de janeiro de 2026

A partir de 1º de janeiro de 2026, consumidores brasileiros passam a pagar mais caro nos postos de combustíveis e na compra do gás de cozinha. Entram em vigor as novas alíquotas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que alteram a forma de cobrança do imposto.

Diferentemente do modelo anterior, baseado em percentual, o ICMS passa a ser cobrado em valor fixo por unidade, o chamado modelo ad rem. A mudança simplifica a arrecadação dos estados, mas gera impacto direto no custo de vida da população e na cadeia logística do país.

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Impacto por categoria

O reajuste atinge os principais insumos energéticos utilizados pelas famílias e pelo setor produtivo. A gasolina concentra a maior variação percentual.

  • Gasolina: aumento de R$ 0,10 por litro, alta de 6,8% na parcela do imposto.
  • Diesel e Biodiesel: reajuste de R$ 0,05 por litro, incremento de 4,4%.
  • Gás de Cozinha (GLP): acréscimo de R$ 0,08 por quilo. No botijão de 13 kg, o impacto médio será de R$ 1,05.

Reflexos na economia

Especialistas alertam que o reajuste do diesel, apesar de menor em termos percentuais, é o mais preocupante para o setor produtivo. Como o transporte rodoviário é predominante no Brasil, o aumento tende a ser repassado ao valor dos fretes, influenciando o preço final de alimentos e outros produtos de consumo.

Para o consumidor final, a orientação é pesquisar preços antes da virada do ano, já que a expectativa do mercado é de que os postos repassem integralmente o novo valor do imposto logo nos primeiros dias de 2026.

Direto da Redação

TV HORTOLÂNDIA

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