Campinas não tem bloqueios; Marginal Tietê está fechada em SP

A região de Campinas começou a segunda-feira sem bloqueios nas rodovias que passam pelas cidades.

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Depois de bolsonaristas fecharem a Rodovia Anhanguera, em Limeira, na noite deste domingo, a Polícia Militar Rodoviária informou que não há nenhum ponto de bloqueio ativo até às 7h. Mesma informação confirmada pelas concessionárias que administram as vias.

Já em São Paulo, o dia é de caos. Vândalos queimaram pneus na Marginal Tietê, na altura da Ponte dos Remédios. Desvios tiveram que ser feitos, e o trânsito em uma das principais vias expressas da capital está congestionado.

Isso reflete nas Rodovias Anhanguera e Bandeirantes, na chegada à capital. São seis quilômetros de lentidão nas duas pistas.

Governo de SP amplia ronda escolar em 20% nas escolas estaduais

Policiais reforçarão o patrulhamento no entorno das escolas

O governador Rodrigo Garcia participou nesta terça-feira (26) do retorno às aulas na Escola Estadual Dr. Luis Arrobas Martins, no bairro Vila Cruzeiro. Na ocasião, ele destacou que os mais de 3,5 milhões de estudantes da rede estadual de São Paulo terão mais segurança na volta às aulas do segundo semestre. As secretarias da Educação (Seduc-SP) e da Segurança Pública (SSP) firmaram um convênio para a expansão em 20% do programa Ronda Escolar, por meio da DEJEM (Diária Especial por Jornada de Trabalho Policial Militar). Ao todo, são 268 novas vagas diárias para que policiais atuem fora do horário de expediente. Cada profissional poderá trabalhar até oito horas por dia ao longo de 10 dias no mês, totalizando 80 horas adicionais.

“Os policiais que receberão as diárias serão alocados de acordo com as estratégias da Secretaria da Educação nas escolas que a gente entende serem mais vulneráveis e que demandam, de maneira mais presente, a Ronda Escolar. Essa é a primeira vez que São Paulo paga diárias para a ronda escolar, fazendo com que a gente aumente o efetivo e, consequentemente, a segurança das escolas estaduais”, disse Rodrigo Garcia.

As inscrições já estão abertas e o investimento no programa é de aproximadamente R$ 14 milhões por ano. O principal objetivo da medida é ampliar a segurança dos estudantes, seus responsáveis, professores e funcionários em todo o Estado ao longo de todo o período letivo.

Acolhimento e reforço na educação

Na primeira semana de volta às aulas, os estudantes passam por um processo de acolhimento e readaptação ao ambiente escolar por meio de ações de integração, inclusão e colaboração focadas nas competências socioemocionais, nos sonhos e projetos de vida dos estudantes. Após esse período, tem início as atividades de Recomposição das Aprendizagens, com foco no reforço e revisão do conteúdo ministrado ao longo do primeiro semestre a partir de novas abordagens e vivências, de forma que os estudantes possam suprir as eventuais dificuldades de aprendizado.

A estratégia foi traçada a partir das evidências identificadas durante as atividades dos respectivos conselhos e no replanejamento para o segundo semestre letivo, nos quais foi identificado que ainda há o que avançar para mitigar as perdas educacionais causadas pela pandemia.

“Cada novo semestre é um ciclo que se inicia, por isso estamos aproveitando este momento para retomar aprendizagens que não tenham sido 100% adquiridas na primeira parte do ano e avançarmos na formação dos alunos. Sempre com foco no acolhimento, que é essencial, e depois na revisão e reforço das aprendizagens visando sempre a necessidade dos estudantes”, afirmou o secretário Estadual da Educação, Hubert Alquéres.

A proposta é que os primeiros 12 dias de agosto sejam exclusivamente dedicados ao Período de Recomposição das Aprendizagens. Para apoiar os professores a identificar as habilidades que precisam ser retomadas, as avaliações continuarão abertas ao longo de todo o mês e, como estratégia metodológica, as escolas poderão agrupar os estudantes de diferentes idades conforme nível de conhecimento já adquirido e faixa etária, valendo-se do exemplo do Aprender Juntos, programa já em andamento na rede.

SP anuncia a flexibilização das máscaras em ambientes fechados

O Governador João Doria anunciou nesta quinta-feira (17) a flexibilização do uso de máscaras em todos os ambientes, com exceção do transporte público – e seus respectivos locais de acesso, como estações de Metrô – e nos locais destinados à prestação de serviços de saúde.

“Recebi hoje à tarde uma nota técnica do Comitê Científico que demonstra uma melhora consistente na situação epidemiológica no Estado. Por isso decidi, com respaldo desses cientistas e médicos, abolir imediatamente a obrigatoriedade do uso de máscara em todos os ambientes, com exceção de unidades de saúde, hospitais e transporte público”, disse Doria.

O novo decreto será publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado hoje e terá efeito imediato. O uso agora torna-se opcional em ambientes como escritórios, comércios, salas de aula, academias, entre outros. A flexibilização em ambientes abertos já havia sido autorizada pelo Governador no último dia 9 deste mês.

A decisão foi baseada em análises técnicas do Comitê Científico do Coronavírus de São Paulo. Os especialistas levaram em consideração o índice de vacinação com duas doses no estado, que atingiu a meta definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS) de 90% da população elegível, ou seja, acima de 5 anos imunizada.

Entre as análises também foi considerado que após 14 dias do feriado de Carnaval, foi constatado uma manutenção da melhora dos indicadores epidemiológicos, indicando que a queda na transmissão da Sars-Cov 2 no Estado de São Paulo segue de maneira progressiva. Pela sexta semana seguida registra quedas de internações nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva e de enfermaria. Na última semana foi registrada a redução de 18,5% nas novas internações.

Violência contra as mulheres cresceu para 83% dos paulistanos em 2021

A percepção de que o número de casos de assédio sexual e violência contra as mulheres aumentou na cidade de São Paulo cresceu 9 pontos percentuais (p.p.) ao passar de 74% em 2020 para 83% em 2021. Somente entre as mulheres esse aumento foi de 6 p.p., passando de 82% para 88%. Pelo menos dois terços dos paulistanos (64% e 63%) sempre têm medo de ser roubado ou furtado nos espaços públicos e três em cada dez não têm medo de assédio sexual ou estupro (31% e 35%).

Os dados são da pesquisa da Rede Nossa São Paulo, divulgada hoje (3) e mostram que as mulheres sentem-se mais vulneráveis nos espaços públicos da cidade, já que a maioria delas tem medo de sofrer os mais variados tipos de violência, enquanto os homens se preocupam mais com roubo e furto. Segundo os dados, 72% das mulheres temem ser roubadas, 73% temem ser furtadas.

Quando se fala de agressão verbal esse percentual é 52%. Outras 46% temem ser agredidas fisicamente e 41% ficam preocupadas em sofrer aglum tipo de preconceito. Segundo a pesquisa, 35% das mulheres afirmaram já terem sofrido algum preconceito ou discriminação no trabalho por ser mulher. Em 2020 esse percentual foi 31%.

O assédio sexual é temido por 59% das entrevistadas e o estupro por 60%. O transporte público continua sendo o local considerado o de maior risco para sofrer algum tipo de assédio, com 52% das mulheres declarando temerem os trens, ônibus e metrô da cidade. Em seguida aparecem a rua (20%), bares e casas noturnas (7%), pontos de ônibus (5%), ambiente familiar (3%), transporte particular (3%), e o trabalho (2%).

De acordo com os dados, 61% das paulistanas declararam já terem sofrido algum tipo de assédio: 47%, no transporte coletivo; 36% passaram por abordagens desrespeitosas, 31% dentro do ambiente de trabalho (aumento de 9 p.p. ante 2020); 19% dentro do ambiente familiar; e 12% dentro de transporte particular.

Divisão dos afazeres domésticos

O levantamento mostrou que as mulheres são as que mais executam as tarefas domésticas, com exceção de tirar o lixo e a manutenção da casa. Os outros trabalhos como cuidado diário com os filhos é executado na maioria do tempo exclusivamente pela mulher (88%), seguido da preparação das refeições (85%), limpeza da casa (85%), cuidados médicos dos filhos (84%), acompanhar as atividades escolares dos filhos (78%), cuidados médicos com idosos ou outros adultos (75%), lavar louça (69%), levar e buscar os filhos na escola e outros compromissos (69%), fazer as compras (61%), cuidados com os animais domésticos (59%) e organização da casa (53%).

“Estamos vivendo um momento super difícil no mundo e com uma guerra e as cidades não têm como atuar e ficam subordinadas a decisões geopolíticas e de poder e ficam reativas a isso e nós estamos vendo o que está acontecendo na Ucrânia. Mas uma cidade pode atuar em outras violências, ela tem como agir fortemente e a equidade de gênero é um dos temas que uma cidade tem autonomia para agir”, disse o coordenador geral do Instituto Cidade Sustentável e da Rede Nossa São Paulo, Jorge Abraão.

Segundo ele, os dados vem para provocar a cidade no sentido de transformações que possam ocorrer. Ele ressaltou que em 2020 ocorreram 1.350 feminicídios no Brasil, o que é um número muito grande é grave. “O que estamos vendo nessa pesquisa mostra a desvalorização da mulher quando temos essa visão da distribuição do trabalho doméstico, é um olhar que conduz a um processo que conduz a outros”.

Assédio

Abraão disse que ao ver a questão do risco do assédio olha-se um tipo de agressão às mulheres que também vai se agravando. “Podemos efetivamente atuar em diversos campos para enfrentar isso e criar programas e políticas para avançar. A Organização das Nações Unidas (ONU) tem uma meta muito clara que determina que em 2030 tenhamos equidade de gênero. Essa é a sugestão. Mas existe um farol no tema para conseguirmos avançar”, afirmou.

De acordo com ele, a representação política é um dos pontos importantes para avançar na equidade de gênero. Atualmente na Câmara Municipal 24% dos vereadores são mulheres e a cidade é composta por 52% da cidade. “Se quisermos ter equidade esse número precisa dobrar de alguma maneira. É o desafio do mundo da política que tem a ver com a sociedade de forma geral. As empresas também tem um desafio, porque as mulheres representam muito pouco dos cargos executivos, chegando a só 20%, além de receberem 21% a menos do que os homens nos mesmos cargos”.

Abraão reforçou que as cidades podem avançar na questão propondo programas e espaços de proteção e de apoio maiores em uma cidade como São Paulo. “Podemos ter campanhas de comunicação nesses espaços onde temos mais problemas porque sabemos onde estão. Isso não custa muito para a cidade fazer e depende da vontade de enfrentar essas questões para mudarmos um pouco essa visão”.

Ele destacou ainda que há o desafio de buscar uma cultura de paz na cidade e enfrentar a educação machista e conscientizar as mulheres, mas é possível avançar nessa direção.

 

Fonte: Agência Brasil

Incêndio em prédio da Avenida Paulista é controlado pelo Corpo de Bombeiros

Um incêndio atingiu o topo de um edifício na tarde de hoje (24) na Avenida Paulista, região central da capital. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo começou na casa de máquinas e no ar-condicionado. O fogo já foi extinto e ninguém ficou ferido.

A Polícia Militar e a Companhia de Engenharia de Tráfego desviaram o trânsito dos quarteirões centrais da avenida, causando congestionamentos na região. Parte das janelas da parte superior do prédio ficou destruída.

O edifício é vizinho da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e fica próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Cidade de São Paulo tem mais prédios do que casas pela primeira vez

A capital paulista tem, pela primeira vez, mais residências verticais, ou seja em prédios, do que residências horizontais, mostra estudo divulgado hoje (6) pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM), Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O dado faz parte de um conjunto de notas técnicas intitulado Políticas do Urbano, Desigualdades e Planejamento. Os trabalhos sobre planejamento municipal, mobilidade, participação social e orçamento serão divulgados semanalmente até setembro, quando ocorre o Fórum SP 21. O evento entre os dias 21 e 30 analisará o planejamento urbano de São Paulo.

A primeira nota técnica explora o tema do estoque residencial formal do município entre 2000 e 2020. Foram utilizadas informações da Secretaria da Fazenda Municipal (SF), as quais servem de base para o lançamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU). Ficam de fora, portanto, favelas e loteamentos não regularizados. “Tem aí entre 20% e 25% das residências em São Paulo fora desse universo”, explica Eduardo Marques, diretor do CEM.

De acordo com os pesquisadores, a expansão dos prédios se dá com o significativo crescimento dos imóveis verticais de padrão médio, assim como pelo dos imóveis verticais de padrão alto. O texto da nota aponta que “a cidade parece estar acelerando um processo de elitização das tipologias residenciais”.

No ano 2000, São Paulo tinha 1,23 milhão de imóveis residenciais horizontais, ocupando 152 milhões de metros quadrados (m²). No mesmo período, eram 767 mil unidades verticais em 108,7 milhões de m². Dez anos depois, as casas eram 1,37 milhão em 183,7 milhões de m² e os imóveis verticais somavam 1,38 milhões, numa área de 190,4 milhões de m².

“Outras notas mais pra frente que vão explorar essa informação geral que estamos lançando na primeira nota em termos geográficos, em termos espaciais. Vamos poder entender as tendências mais localizadas, porque certamente atrás desse número total estão ocultos processos espaciais que são diferenciados”, apontou Marques à Agência Brasil.

Por Agência Brasil
Foto: Governo do Estado de São Paulo

Polícias Civil e Militar realizam mais de 30 prisões ligadas ao Coronavírus

As polícias Civil e Militar já prenderam, nos últimos dias, ao menos 32 pessoas que foram flagradas em diversas regiões do Estado comercializando medicamentos e/ou álcool em gel adulterado com promessa de combater o novo coronavírus, causador da doença COVID-19. Mais de 4 mil recipientes com produtos falsificados foram apreendidos.

Nesta quinta-feira (25), por exemplo, policiais civis se deslocaram até um imóvel na Rua Ferrador, no bairro Cidade Ipava, na zona sul da capital, onde estaria ocorrendo a comercialização de álcool em gel sem a devida procedência. No local, a equipe deteve um homem e apreendeu 120 frascos do produto (embalados e prontos para a venda).

Mais tarde, outra equipe localizou mais uma fábrica clandestina na Rua Estado do Amazonas, no Jardim Imperador, na zona leste da capital. Um homem foi abordado no local indicado por meio de uma denúncia e admitiu informalmente que misturava etanol com gel de cabelo. O produto era embalado em frascos para a comercialização.

Ocorrências

Nesta terça-feira (24), quando começou a quarentena imposta pelo Governo do Estado, também foram realizados diversos flagrantes. Na capital, duas pessoas foram presas com 104 frascos de álcool em gel adulterados. Também foram apreendidas embalagens com cloro e água sanitária.

Em Santo André, na Grande São Paulo, a Polícia Civil apreendeu diversos frascos sem rótulos e galões com álcool em gel em uma fábrica clandestina. Um homem foi detido no local. Outra fábrica clandestina, nos mesmos moldes, foi fechada em Taboão da Serra e um empresário foi preso.

Em São Bernardo do Campo, também na região metropolitana de São Paulo, um homem e uma mulher foram detidos com 158 frascos de álcool em gel, que estavam com rótulo sem indicação obrigatória e erros ortográficos. Além disso, o CNPJ da empresa constava como não existente.

Interior

No interior do Estado, em Nova Odessa, outra fábrica clandestina foi encontrada. Durante diligências no local, oito pessoas foram presas e mais de 2 mil litros de álcool foram apreendidos. Já em Sumaré, um químico foi preso em um barracão que fabricava álcool clandestinamente – foram apreendidos 250 galões e mil litros da substância.

No último domingo (22), a Polícia Militar descobriu uma chácara onde era embalado álcool em gel para ser comercializado na estrada que liga Mirassol a Ruilândia. Na ocasião, dois homens foram detidos e mais de 3 mil embalagens e quatro tambores com a substância, possivelmente adulterada, foram apreendidos.

Durante uma ação preventiva na cidade de Hortolândia, a Polícia Militar prendeu um homem e recuperou, no último sábado (21), um caminhão carregado com álcool em gel – o material foi avaliado em R$ 47 mil. O flagrante aconteceu próximo ao km 108 da Rodovia dos Bandeirantes.

Flagrantes

Outro flagrante aconteceu em 20 de março, quando uma equipe da Polícia Civil prendeu seis homens durante operação para combater a venda de álcool em gel possivelmente adulterado. Foram confiscados mais de 200 tubos e frascos da substância que seria comercializada por vendedores ambulantes na capital.

Em três ações distintas no dia 19 deste mês, as polícias Civil e Militar recolheram mais de 300 embalagens de substâncias semelhantes a álcool em gel que eram comercializadas de forma irregular. Outros objetos relacionados também foram recolhidos. As apreensões aconteceram no centro da capital.

Em 18 de março, a Polícia Civil prendeu um farmacêutico que se passava por médico e oferecia remédio contra a COVID-19. A ação aconteceu em Álvares Machado, onde foram apreendidos jaleco, mural, fórmulas matemáticas e diversos frascos, etiquetas e embalagens.

Em Franca, uma família foi vítima de um golpe relacionado ao coronavírus, no último final de semana. Os criminosos, que ainda não foram identificados, entraram em contato para oferecer um teste para o novo vírus, mas pediram R$ 4,9 mil como pagamento e a família depositou o dinheiro.

As polícias seguem em diligências para prender os criminosos envolvidos com o comércio irregular de materiais relacionados ao combate do coronavírus e combater a venda de substâncias falsificadas. As autoridades de segurança alertam a população para que não adquira produtos sem a procedência confirmada.

Mensagens sonoras

Desde esta segunda-feira (23), a Polícia Militar de São Paulo emite mensagens sonoras por meio das viaturas de patrulhamento para alertar a população sobre a enfermidade. Os alertas trazem informações sobre transmissão do novo vírus e as medidas de prevenção, como a importância do isolamento social.

Além disso, nesta quarta-feira (25), o Governador João Doria anunciou que a partir de segunda-feira (30) o Estado ampliará a vacinação de Influenza (gripe) para policiais militares, civis e profissionais do Corpo de Bombeiros, por recomendação do Centro de Contingência do Coronavírus de São Paulo. As medidas fazem parte de um conjunto de ações do Governo do Estado adota diariamente para o combate ao novo coronavírus e o controle da COVID-19.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

São Paulo perde de virada na estreia da Libertadores

O São Paulo perde de virada, por 2 a 1, para o Binacional (Peru), nesta quinta (5), na sua estreia no grupo D da edição 2020 da Copa Libertadores da América.

Mesmo jogando no estádio Guillermo Briceño Rosamedina (que fica na cidade de Juliaca, que fica na fronteira com a Bolívia e a 3850 metros de altitude), a equipe paulista não se intimidou no início da partida e partiu para o ataque.

E a primeira chance não demorou a sair, quando o atacante Alexandre Pato erra finalização de cabeça.

Mas aos 20 minutos não teve jeito, o camisa 7 consegue marcar. A jogada começa com lançamento do goleiro Tiago Volpi para Pablo. O atacante faz tabela com Daniel Alves e toca para Alexandre Pato, que acerta uma pancada de direita para abrir o marcador.

Na parte final da etapa inicial o São Paulo ainda teve a oportunidade de ampliar com Antony e Pablo, mas o 1 a 0 prevaleceu até o intervalo.

Virada no segundo tempo

Mas a falta de competência do São Paulo de aproveitar as oportunidades no final do primeiro tempo foi punida logo no início da etapa final, quando Marco Rodríguez marca para o Binacional logo aos 4 minutos.

A partir de então a equipe brasileira passa a diminuir o ritmo, dando sinais claros de desgaste por conta dos efeitos da altitude.

Com isso o gol da virada não demora a sair. Aos 32 minutos Arango chuta de esquerda após receber a bola próximo à área para vencer o goleiro Tiago Volpi.

A equipe paulista, mais na vontade do que na qualidade, ainda tenta alguma reação, mas não teve chance para mais nada. Resultado final, Binacional 2 x 1 São Paulo.

Fonte: EBC

Polícia prende 333 pessoas no sábado de carnaval

A Operação Carnaval Mais Seguro levou às ruas mais de 23 mil policiais em todo o Estado para garantir a segurança da população no segundo dia de carnaval. De meia-noite deste sábado (22) até meia-noite deste domingo (23), 36.711 pessoas foram abordadas. Deste total, 333 pessoas foram detidas.

O trabalho das forças de segurança do Estado permitiu, por exemplo, a prisão de um homem que atacou um motorista com uma faca na região da República. O agressor foi detido por policiais militares e encaminhado ao 2ª DP. A vítima foi socorrida à Santa Casa de Misericórdia.

Ainda na capital, policiais civis prenderam duas venezuelanas na região do Ibirapuera. As criminosas foram flagradas por policiais civis com mais de 30 telefones celulares produtos de roubo ou furto. O caso foi registrado no 78º DP.

Além dessas ocorrências, a PM Rodoviária deteve duas pessoas que transportavam armas e munições em uma rodovia no interior do Estado. Os detidos estavam em dois veículos que foram abordados por uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) na cidade de Taquarivaí. Dentro de um dos automóveis, foram localizados um fuzil, três submetralhadoras, quatro pistolas, cinco carabinas, 200 munições e 38 carregadores.

Abordagens

Ao longo do sábado de carnaval, 39 aparelhos celulares foram apreendidos, sendo quatro recuperados, produtos de roubos e/ou furtos, e 35 sem origem comprovada para averiguação. No período, também foram recuperados 74 veículos, 16 quilos de entorpecentes apreendidos e 18 armas retiradas das ruas.

Para garantir a segurança no trânsito, os agentes também realizaram fiscalizações de 24.531 veículos. Condutores foram submetidos ao teste do etilômetro. Ao todo, 226 foram autuados por dirigir sob influência álcool ou substâncias psicoativas (o Art. 165 do CTB), 441 por se recusarem a realizar o teste (Art. 165A do CTB) e 10 flagrantes pelo artigo 306, do Código Brasileiro de Trânsito.

Operação

Com uma expectativa de público 25% maior do que a registrada no ano passado, as forças de segurança do Estado reforçaram o policiamento. Neste ano, a Operação Carnaval Mais Seguro conta um esquema especial com uma média de 15 mil policiais civis e militares atuando diariamente em todo o Estado de São Paulo.

Também há reforço no número de viaturas e de aeronaves. São 12 helicópteros Águia do Comando de Aviação da PM (CavPM) para o patrulhamento diário, monitoramento em tempo real em locais de eventos por meio do Dronepol – em média, 50 drones por dia.

O Sistema Olho de Águia é utilizado no equipamento e nas aeronaves, transmitindo imagens ao Centro de Operações da PM (Copom) para que atitudes suspeitas sejam rapidamente identificadas.

Participam ainda da operação policiais militares do Choque, dos Policiamentos Rodoviário, Ambiental e de Trânsito e do Corpo de Bombeiros. O Canil da PM será utilizado para a detecção de drogas, por meio de cães farejadores.

Plantões

Os plantões nas unidades policiais foram reforçados para garantir agilidade no atendimento ao público. Além disso, o Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) apoiará os trabalhos com a utilização do novo Sistema de Reconhecimento Facial.

A ferramenta, inaugurada em janeiro, receberá imagens das câmeras e do sistema móvel da prefeitura da Capital e, por meio de seu banco de dados com mais de 40 mil registros de pessoas, identificará possíveis desaparecido ou procurados pela Justiça.

A Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC), por sua vez, trabalhará com uma média de 160 profissionais e manterá força tarefa, sobretudo, no litoral paulista, dando continuidade à Operação Verão.

Durante todo o período, o Centro Estadual de Gerenciamento do Carnaval Mais Seguro 2020, instalado no Centro de Operações Integradas (COI) da capital, monitora as atividades. A Força-Tarefa será composta por todas as secretarias e órgãos públicos estaduais e da União.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

Homem ateia fogo em morador de rua em São Paulo (SP)

Um homem é procurado pela Polícia Civil suspeito de atear fogo em um morador de rua de São Paulo (SP) na madrugada de domingo (05). O homem, identificado como Carlos Roberto Vieira da Silva, de 39 anos, teve 70% do corpo queimado e está internado em estado grave. 

A Polícia obteve imagens de uma câmera de segurança que mostram um homem com roupas pretas se aproximando do morador de rua, em seguida, acontece uma explosão. As imagens não foram divulgadas. Um galão de gasolina também foi encontrado no local.

O morador de rua dormia na hora do crime, marcas na parede mostram que as chamas atingiram cerca de 4 metros de altura. Segundo moradores, a vítima morava naquele local há cerca de 1 ano.