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Campinas tem 16 casos de varíola dos macacos confirmados

Campinas confirmou mais dois casos de monkeypox, segundo atualização da Secretaria Municipal de Saúde nesta quarta-feira, 3 de agosto. Com isso, a cidade passa a contar com 16 confirmações da doença, sendo 10 casos importados e seis autóctones. 
 
Os pacientes, 15 homens e uma mulher, têm entre 23 e 41 anos. Seis deles saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução. 
 
O Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) tem 50 notificações de monkeypox, sendo 46 residentes de Campinas e quatro de cidades da região. 
 
A doença é transmitida por contato direto ou indireto com as lesões de pele, contato próximo por tempo prolongado, por vias sexual e respiratórias. 
 
Assistência
 
A rede municipal de saúde está preparada para atendimento, diagnóstico e monitoramento dos casos de monkeypox. O atendimento para os pacientes com suspeita da doença está disponível nos centros de saúde, prontos-socorros, pronto atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.
 
Sintomas
 
O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus;
– Caroço no pescoço, axila e virilhas;
– Febre;
– Dor de cabeça;
– Calafrios;
– Cansaço;
– Dores musculares.
 
As pessoas que tiverem um dos sintomas devem procurar um serviço médico e permanecer em isolamento. A doença costuma durar de duas a quatro semanas.

Imagens e informações: Prefeitura de Campinas

Anvisa recomenda uso de máscara para evitar disseminação da varíola dos macacos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu uma nota reforçando a importância do uso de máscaras, do distanciamento e da higienização das mãos e de superfícies para controlar a varíola do macaco, que já teve 131 casos confirmados fora do continente africano, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

De acordo com a Agência, essas medidas não farmacológicas protegem não somente contra a varíola, mas também contra o coronavírus e diversas outras doenças epidemiológicas. O Ministério da Saúde também está monitorando um possível avanço da doença no Brasil, apesar de nenhum caso suspeito da doença ter sido registrado até o momento, segundo nota.

Direto da Redação
Henrique Amaral – TV HORTOLÂNDIA
Emissora Rede Brasil de Televisão
Imagem ilustrativa: Divulgação/Bioparque-Rio