Bolsonaro diz em discurso que governo Lula ‘não vai durar muito tempo’

Em sua primeira aparição como ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL) incentiva seus seguidores a questionarem o resultado das eleições. Em sua fala em Orlando, nos Estados Unidos, onde reside desde o final do ano passado, ele colocou em dúvida a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

– FIQUE ATUALIZADO: Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba informações em tempo real (clique aqui)

Durante sua apresentação para um pequeno grupo, Bolsonaro elogiou o que ele acredita serem seus realizações durante seu mandato, especialmente no setor econômico, e sugeriu que o resultado das eleições foi fraudulento. “Se esse governo continuar na linha que demonstrou nesses primeiros 30 dias, não vai durar muito tempo”, afirmou o ex-presidente.

A postura de Bolsonaro segue a mesma linha adotada antes e depois da eleição, quando ele e seus aliados contestaram o Tribunal Superior Eleitoral e colocaram em dúvida o uso de urnas eletrônicas. Eles até tentaram aprovar a votação por meio de cédulas impressas para evitar supostas fraudes, que nunca foram comprovadas.

 

Bolsonaro pagou R$ 109 mil em restaurante que oferece marmita a R$ 17

Entre os R$ 27,6 milhões gastos com cartões corporativos da Presidência da
República no governo Bolsonaro, chama a atenção um gasto de R$ 109.266,00
no modesto restaurante Sabor de Casa, localizado no centro de Boa Vista, em
Roraima, em um único dia, 26 de outubro de 2021.

– FIQUE ATUALIZADO: Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba informações em tempo real (clique aqui)

É a maior despesa única com alimentação registrada em um cartão da
Presidência durante mandato de Jair Bolsonaro (2019-2022).

A legislação determina que os dados da Presidência sejam tornados públicos
ao fim do mandato presidencial e eles foram divulgados no último dia 6. A
agência de dados especializada no acesso a informações públicas, Fiquem
Sabendo, noticiou hoje (12) a divulgação da lista pelo governo.

O Sabor de Casa é um restaurante que oferece marmita nas versões
econômica (R$ 17) e tradicional (R$ 23). O carro chefe da casa é o frango
assado com farofa e baião, que serve pelo menos três pessoas e custa R$ 50.

Com o valor pago pela Presidência da República no estabelecimento, teria
sido possível comprar 6,4 mil marmitas econômicas. Ou então 4,7 mil marmitas
tradicionais. Ou, ainda, 2,1 mil encomendas do frango assado com farofa e
baião.

A reportagem perguntou, então, como kits de lanche e almoço entregues no
dia de uma visita do presidente à cidade puderam custar R$ 109,2 mil.
“Não lembro exatamente a quantidade, mas foi um serviço que entregamos
direitinho e que seguiu o padrão de preços da cidade”, disse.
Kits e marmita

Rizzo pediu à reportagem que entrasse em contato novamente no meio da
manhã desta quinta-feira, para detalhar melhor os itens entregues na compra
feita com o cartão corporativo da Presidência, mas não respondeu mais aos
contatos do UOL.

No início da tarde, ela ligou informando que gostaria de detalhar o que
forneceu à equipe do presidente: 659 marmitas de almoço ao custo de R$ 30,
cada, e quase 3 mil kits de lanche com sanduíche, água, maça e barra de
cereal, ao custo de R$ 30, cada.

Segundo ela, o pedido também incluiu algumas garrafas de água, refrigerante
e barras de cereal.

“Tudo o que foi comprado foi discriminado na nota. Se você me perguntar se
havia 659 pessoas para comerem as marmitas ou 3 mil para comerem os kits,
eu não posso responder. Entreguei a encomenda às 5h da manhã no quartel e
fui trabalhar”, afirmou.

Bolsonaro sente dores e é internado nos EUA

Jair Bolsonaro acaba de ser internado no AdventHealth Celebration, um hospital com 220 leitos nas imediações de Orlando, na Flórida. Ele alega estar com fortes dores abdominais.

– FIQUE ATUALIZADO: Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba informações em tempo real (clique aqui)

Desde a cirurgia a que foi submetido depois da facada de 2018, Bolsonaro já foi hospitalizado algumas vezes por causa de dores abdominais. A mais recente ocorreu em novembro, quando deu entrada no Hospital das Forças Armadas, em Brasília.

Em janeiro e em março do ano passado, o ex-presidente também foi acometido do mesmo problema.

Cortes que afetaram saúde e educação marcam fim do governo Bolsonaro

O quinto bloqueio de gastos do governo federal no Orçamento de 2022 afetou várias áreas e interrompeu serviços. Os cortes anunciados no fim de novembro, que somam R$ 5,7 bilhões, deixaram os últimos dias do governo do presidente Jair Bolsonaro com a administração paralisada.

– FIQUE ATUALIZADO: Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba informações em tempo real (clique aqui)

Educação e Saúde são as áreas mais afetadas, mas antes mesmo do anúncio do bloqueio já havia setores prejudicados por falta de verbas, como o de emissão de passaportes e de manutenção de carros da Polícia Rodoviária Federal.

– FIQUE ATUALIZADO: Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba informações em tempo real (clique aqui)

– FIQUE ATUALIZADO: Participe do nosso grupo no Telegram e fique sempre informado (clique aqui)

O objetivo do novo contingenciamento é cumprir a regra do teto de gastos. Esta norma, prevista na legislação, estabelece que a maior parte das despesas não pode subir acima da inflação do ano anterior. Como as despesas obrigatórias (salários de servidores, gastos previdenciários e com assistência social, entre outras) têm subido a cada ano, o espaço para os chamados gastos discricionários, que não são obrigatórios, têm diminuído.

A ideia do governo com o bloqueio adicional era garantir o cumprimento dos custos da Lei Paulo Gustavo, que destina R$ 3,8 bilhões a estados e municípios para mitigar efeitos da pandemia no setor cultural. Também houve aumento de despesas com benefícios previdenciários, que são gastos obrigatórios, no valor de R$ 2,3 bilhões.

Leia abaixo detalhes sobre as seguintes áreas afetadas e serviços suspensos:

Universidades federais e institutos federais
Residentes de medicina sem pagamento
Confecção de passaporte
Dificuldade na aquisição de medicamentos
Manutenção de carros da PRF

1. Universidades federais e institutos federais

No caso da Educação, após o anúncio do bloqueio, o governo federal chegou a liberar R$ 366 milhões do Orçamento, mas voltou atrás um dia depois, zerando novamente a verba para despesas não obrigatórias das universidades federais e institutos federais.

A Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) informou que até mesmo pagamentos com as quais as universidades já haviam se comprometido a pagar, ou seja, que tinha sido empenhados, na linguagem técnica, não poderão mais ser cumpridos.

A UFRJ, por exemplo, anunciou que já está no negativo e que não poderá executar despesas restantes nem contratar processos licitatórios recém-concluídos. A UnB informou não ter recursos para pagar o auxílio estudantil, contratos do Restaurante Universitário, da segurança, de manutenção, de limpeza e todas as demais despesas previstas para o mês, incluindo projetos de pesquisadores.

Segundo o Conif (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica), só do orçamento dos institutos foram retirados R$ 208 milhões. Isso pode afetar o pagamento de contas de luz e de água, bolsas de estudo, salários de funcionários terceirizados (como das equipes de limpeza e segurança) e auxílios para alimentação, moradia e transporte dos estudantes.

2. Residentes de medicina sem pagamento

O Ministério da Educação está sem recursos para pagar o salário de 14 mil residentes de medicina. A informação foi dada por integrante do governo de Jair Bolsonaro à equipe de transição do futuro governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.

Por causa dos bloqueios orçamentários sofridos na última semana, faltarão à pasta os R$ 65 milhões necessários para as remunerações referentes a dezembro, que deveriam ser pagas no início de janeiro.

Também deverão ser afetados pela falta de verba os bolsistas da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), mas o número total de pesquisadores que serão prejudicados ainda está sendo calculado.

3. Confecção de passaporte

A Polícia Federal anunciou, antes mesmo do novo corte do governo federal, a suspensão da confecção de passaporte devido à falta de verbas. A corporação informou haver “insuficiência do orçamento” também para “atividades de controle migratório”. Não foi informada a data para a retomada da emissão dos documentos, mas o agendamento para a solicitação do passaporte segue disponível.

Novas confecções estão disponíveis apenas para casos de urgência, válido para situações especiais como por motivo de saúde, trabalho ou catástrofes naturais. O custo de emissão desse tipo de documento também é maior: R$ 334,42 (sendo R$ 257,25 da taxa comum mais um adicional de R$ 77,17). E ele só dura 1 ano.

4. Dificuldade na aquisição de medicamentos

A Saúde, que junto com a Educação está entre os setores mais afetados pelo bloqueio, teve corte anunciado de R$ 3,7 bilhões. E uma das áreas mais afetadas é a do fornecimento de medicamentos. Em setembro, o programa Farmácia Popular, que distribui remédios para população carente, já tinha ficado ameaçado ao ser deixado de lado pela proposta do orçamento de 2023. As verbas para o programa iriam cair de R$ 2,04 bilhões em 2022 para R$ 804 milhões em 2023.

A repercussão negativa fez Bolsonaro pedir para a decisão ser revertida. No entanto, com o último bloqueio, esta já deve ser uma das primeiras áreas atingidas. O jornal “O Globo” confirmou que a aquisição de medicamentos é um dos pontos críticos da pasta atualmente e deve ser um dos primeiros a ser afetado pelo último contingenciamento do governo Bolsonaro.

5. Manutenção de carros da PRF

Também antes do anúncio de bloqueio de R$ 5,7 bilhões, a Direção-Geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) havia informado, em ofício enviado às superintendências regionais, que os serviços de manutenção de viaturas seria limitado devido às falta de verba prevista no orçamento de 2022.

No documento, a Divisão de Frota afirma que todo serviço de manutenção considerado não essencial em qualquer veículo da PRF precisará ser aprovado pela Direção-Geral antes de ser feito. No ofício, a PRF também informava negociar com os ministérios da Justiça e da Economia uma complementação orçamentária.

Polarização política faz aumentar as vendas de camisas da seleção azul na Copa

De quatro em quatro anos, em tempos de Copa do Mundo, as combinações de cores verde e amarelo invadem ruas, janelas de casas e prédios, e enfeitam os carros das cidades, demonstrando o fanatismo do brasileiro pelo futebol. Neste ano de 2022, após a mais acirrada disputa política entre direita e esquerda, tal polarização pode ser sentida também nas lojas e pelos ambulantes que vendem camisas e apetrechos com tema futebolístico.

– FIQUE ATUALIZADO: Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba informações em tempo real (clique aqui)

A perda de lugar da “favorita invicta”, as cores verde e amarela, que fazem menção à bandeira nacional, abriram o espaço para opções em azul, branca e até mesmo preta; que ainda as vendas eram tímidas, em vista a outras Copas passadas. 

A diferença pode ser notada ”a olho nu”, como por exemplo, em locais que reúnem centenas de torcedores em Campinas, como bares e restaurantes nos dias de jogo da seleção.

Ambulante há mais de 20 anos, Jayme Lima, que tem um ponto fixo em uma rotatória nas proximidades do Jardim Guanabara, afirma que nunca vivenciou uma copa tão “colorida”.

De acordo com ele, muitas pessoas preferiram “inovar” neste ano para evitar ser associado a apoiadores do atual governo de Bolsonaro (PL), que inclusive, após as eleições, contestam os resultados nas urnas que elegeu o candidato de posição, Luís Inácio Lula da Silva (PT).

“Esse ano comprei tudo verde e amarelo para vender aqui no meu ponto, mas quando vi que o povo estava pedindo muito outras cores, corri para São Paulo fiz uma nova compra. Muitos porque realmente queriam aquela outra cor, mas a maioria diziam que não queriam ser confundidos com bolsonaristas”, afirmou.

Apesar de não concordar com a fala de clientes, Jayme se preocupou em atender a nova demanda.

“Eu não acho certo esse pensamento, verde e amarelo são as cores do Brasil e estão confundindo as coisa. No entanto, meu foco é ganhar dinheiro, então certo ou errado, eu fiz minhas novas compras e atendi minha clientela”, finalizou.

O ambulante afirmou que outros colegas de profissão também precisaram “se virar nos trinta” para acompanhar a grande procura inesperada.  

ENTENDA 

O pedido de anulação do resultado das eleições 2022 pelo partido de Jair Bolsonaro (PL), atual presidente da República, que alegou “mau funcionamento” das urnas eletrônicas no segundo turno é um dos destaques do dia. Investidores também avaliam o futuro da Petrobras (PETR4) e da Oi (OIBR3).

O Partido Liberal apresentou nesta terça-feira (22) uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O pedido se baseia em um relatório produzido pelo Instituto Voto Legal à pedido do PL sobre o funcionamento das urnas eletrônicas e o processo de contabilização e apuração dos votos.

O documento estaria “apontando inconsistências graves e insanáveis acerca do funcionamento de uma parte das urnas eletrônicas utilizadas no pleito eleitoral de 2022, que precisam ser devidamente analisadas e solucionadas, com as consequências devidas, por essa Corte Superior Eleitoral”.

O problema teria ocorrido em 279.336 urnas, cerca de 59% dos equipamentos utilizados na eleição, e que, segundo levantamento também feito pela auditoria, teriam dado vitória à Lula com 53% dos votos. Já no restante das urnas, segundo o levantamento feito pelo partido de Bolsonaro, o atual presidente teria vencido com 51% dos votos.

O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, determinou nesta terça-feira que a coligação de Bolsonaro apresente em 24 horas uma auditoria referente aos dois turnos da eleição, sob pena de indeferimento da ação apresentada mais cedo.

Fernanda Renatè, Da redação

 

 

Bolsonaro pede que manifestantes desobstruam as rodovias em todo país

O presidente Jair Bolsonaro pediu nesta quarta-feira (2) que manifestantes desobstruam as rodovias federais. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente afirma que “É preciso respeitar o direito de ir e vir das pessoas” e que os protestos em rodovias prejudicam a economia do país.

“Nós temos que ter a cabeça no lugar. Os protestos, as manifestações são bem-vindos, fazem parte do jogo democrático. Ao longo dos anos muito disso foi feito pelo Brasil, na Esplanada, em Copacabana, na Paulista. Mas tem algo que não é legal: o fechamento de rodovias pelo Brasil prejudica o direito de ir e vir das pessoas, está lá na Constituição”, disse Bolsonaro.  “Desobstruam as rodovias, isso não faz parte das manifestações legítimas”, acrescentou.

De acordo com recente balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Brasil tem 16 estados com rodovias interditadas. No levantamento do fim da manhã, eram 15 e, em seguida, o total subiu para 17. Tocantins, que não tinha ações pela manhã, registra quatro interdições. Os manifestantes não aceitam o resultado das eleições presidenciais. O segundo turno foi  realizado no último domingo (30) e teve como vencedor o candidato Luis Inácio Lula da Silva.

Informações: Agência Brasil
Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Veja quais rodovias seguem bloqueadas no 3º dia de manifestações antidemocráticas na Região

Diversos caminhoneiros, fazendeiros e produtores rurais bolsonaristas têm bloqueado rodovias desde a derrota do candidato e atual presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das Eleições 2022. Nesta quarta-feira (2), alguns trechos seguem bloqueados, apesar da determinações para liberação imediata das vias.

Com os bloqueios impostos aos caminhões, o trânsito de veículos leves também foi gravemente afetado e chegou a parar completamente em alguns locais. Os trechos da região que estão bloqueados, atualmente são:

  • INDAIATUBA: Km 47 da Rod. Santos Dumont (ambos sentidos) – trânsito com lentidão de 2km
  • HORTOLÂNDIA: Km 107 da Rod. dos Bandeirantes (sentido interior) – congestionamento de 2km sentido interior
  • PAULÍNIA: Km 130 da Zeferino Vaz (sentido Conchal) – sem congestionamentos registrados, apesar de uma faixa de rolagem estar interditada
  • MOGI MIRIM: Rod. Adhemar Pereira de Barros, a Campinas-Mogi (ambos sentidos) – congestionamentos de 3 a 5km, com desvio de veículos leves pelo acostamento.
  • AMERICANA: Km 120 da Rod. Anhanguera (sentido interior) – tráfego fluindo por apenas uma faixa, com congestionamento de 2km.
  • LIMEIRA: Km 148 da Rod. Anhanguera (ambos sentidos) – 7km de congestionamento sentido interior e 5km de lentidão sentido Capital.

Foram registrados pontos de lentidão também em Artur Nogueira, Itatiba e Engenheiro Coelho. Em todos os casos há o impedimento da passagem de veículos pesados (salvo veículos de emergência ou transportando alimentos perecíveis), mas o tráfego de veículos leves está sendo permitido pelos manifestantes.

Direto da Redação
Henrique Amaral – TV HORTOLÂNDIA
Emissora Rede Brasil de Televisão
Imagem: Reprodução – Internet

 

Bolsonaro completa quase 40 horas em silêncio após derrota para Lula

O atual presidente Jair Bolsonaro (PL) está há 39 horas sem se pronunciar, publicar nas redes sociais ou fazer pronunciamentos à imprensa desde a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das Eleições 2022.

Ele recebeu na manhã de hoje (1º) a visita do candidato a vice-presidente, Walter Braga Neto, no Palácio da Alvorada. O senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do presidente, e o deputado Hélio Lopes (PL) também estarão presentes.

De acordo com fontes, Bolsonaro deve se pronunciar nesta terça-feira (1º), e teria comentado aos ministros que seguirá o prometido em rede nacional no último debate presidencial, aceitando o resultado das eleições. Apesar disso, é possível que o presidente realize críticas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao STF (Superior Tribunal Federal).

Direto da Redação
Henrique Amaral – TV HORTOLÂNDIA
Emissora Rede Brasil de Televisão
Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

TSE concede direito de resposta à campanha de Bolsonaro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (25) conceder direito de resposta solicitado pela coligação Pelo Bem do Brasil, formada para apoiar o candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).

A medida foi concedida contra a Coligação Brasil da Esperança, que apoia o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A campanha à reeleição alegou no TSE que a propaganda adversária ofendeu a imagem de Bolsonaro ao atribuir vínculo com “assassinos e milicianos” em inserções no horário eleitoral gratuito na televisão. 

Por unanimidade, o plenário do tribunal decidiu conceder o direito de resposta, que deverá ser veiculado no bloco reservado a duas inserções de Lula na televisão.  

Durante o julgamento, a defesa da Coligação Brasil da Esperança declarou que não houve excessos nas veiculações e defendeu a rejeição do direito de resposta. 

Imagem e informações: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Bolsonaro recebe apoio de ex-senadores e cantores sertanejos

O candidato à reeleição pelo PL, Jair Bolsonaro, recebeu nesta segunda-feira (17) o apoio de dois ex-senadores à sua reeleição. Ele se reuniu, no Palácio da Alvorada, com Arthur Virgílio Neto (PSDB) e José Agripino Maia (União Brasil).

“Vim com tranquilidade, com espírito muito livre, dizer que meu voto é Bolsonaro. E voto com muita tranquilidade, sabendo que ele tem, no campo econômico, muito mais semelhanças comigo do que o Lula tem”, disse Arthur Virgilio, defendendo uma política de privatizações de empresas e concessões à iniciativa privada.

“Não defendo privatizar o que é de estratégia militar. O resto, o papel do estado é conseguir dinheiro, inclusive com medidas como privatização e concessões onerosas, para se dedicar efetivamente a revolucionar a educação do país. Este é um país que precisa melhorar profundamente seus sistemas de educação e de saúde”, completou.

Arthur Virgílio foi ministro durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, senador e deputado federal pelo Amazonas e prefeito de Manaus por três mandatos. Já José Agripino Maia foi governador e senador pelo Rio Grande do Norte.

“Essas duas lideranças são muito bem-vindas e é um tom de pacificação e união nacional, são lideranças políticas de todas as 27 unidades da federação [prestando apoio à candidatura]. Obviamente isso é bom para o Brasil porque tudo, cada vez mais, se mostra pacificado”, disse Bolsonaro. “Tenho dito que o perfil da Câmara e do Senado é de centro-direita. E temos um caminho bastante asfaltado para que propostas que interessam ao Brasil como um todo sejam aprovadas com mais agilidade. E a consequência disso é de dias melhores para todos nós”, completou.

No fim da manhã desta segunda-feira, Bolsonaro também recebeu, em sua residência oficial, os cantores sertanejos Leonardo, Gusttavo Lima, Zezé di Camargo, Chitãozinho e Fernando (da dupla Fernando e Sorocaba), que endossaram seu apoio à reeleição do presidente.

Bolsonaro ainda recebeu o governador reeleito de Tocantins, Wanderlei Barbosa, que veio demonstrar seu apoio ao presidente. “Nós temos a certeza que, com a nossa reeleição, Tocantins terá uma linha direta com o governo federal. Muitas pautas nos unem, a nossa formação religiosa, o respeito com a família, o compromisso de um Brasil maior com o livre mercado e o respeito com a nossa liberdade”, disse Bolsonaro.

Imagem: Antônio Cruz/Agência Brasil
Informações: Andreia Verdélio e Vladimir Platonow/Agência Brasil