Secretaria de Saúde de Campinas confirma 90 casos de varíola dos macacos

A Secretaria de Saúde informa que Campinas tem mais um caso confirmado de monkeypox. Com isso, a cidade passa a contar com 90 confirmações da doença, sendo 30 importadas e 60 autóctones. A atualização dos dados está sendo divulgada pela Pasta às segundas e quintas-feiras.
 
 
Os pacientes, 83 homens e sete mulheres, têm entre 11 e 57 anos. Desse total, 58 saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução.
 
 
 
O atendimento para os pacientes com suspeita da doença está disponível nos centros de saúde, prontos-socorros, prontos atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.
 
 
Sintomas
 
O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus;
– Caroço no pescoço, axila e virilhas;
– Febre;
– Dor de cabeça;
– Calafrios;
– Cansaço;
– Dores musculares.
 
Pessoas infectadas devem permanecer isoladas até que as “casquinhas” das lesões caiam, o que demora cerca de 21 dias. 
 
Os contatos próximos devem monitorar o aparecimento de sintomas e evitar o contato físico com outras pessoas. 
 
Cuidadores e familiares não devem tocar em lesões e ter cuidado ao manipular  roupas, lençóis e toalhas que foram usados pela pessoa infectada. 
 
 
Prevenção
 
– Evitar contato direto com lesões características.
– Lavar com frequência das mãos ou uso de álcool em gel.
– Limpar com frequência as superfícies de alto contato.
– Usar máscara em locais com aglomerações de pessoas.
– Evitar situações de contato físico pele a pele em ambientes com aglomeração.
– Usar fontes confiáveis para ter informações sobre a doença.

Imagem e informações: Prefeitura de Campinas

Segunda morte por varíola dos macacos em SP é confirmada

A prefeitura de Praia Grande, no litoral paulista, confirmou a morte de um morador do município devido a varíola dos macacos (monkeypox). O homem, de 37 anos, faleceu na cidade de Santos, na madrugada desse sábado (15).

De acordo com a prefeitura de Praia Grande, a vítima havia sido diagnosticada com a doença no início de agosto. Em setembro foi internada em um hospital particular da cidade em razão de infeções secundárias. Posteriormente, foi transferida para um hospital particular em Santos, onde morreu.

“Em todo o período em que esteve internado, o paciente foi acompanhado pelo serviço Acolhe Praia Grande da Secretaria de Saúde de Praia Grande e monitorado pela Divisão de Vigilância Epidemiológica”, diz texto de nota da prefeitura.

No último dia 12, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo já havia confirmado a primeira morte no estado de um paciente vítima da doença. Ele tinha 26 anos, morava na capital paulista e apresentava diversas comorbidades. O paciente estava internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas desde o dia 1º de agosto.

Informações: Agência Brasil

Campinas tem 79 casos de monkeypox

A Secretaria de Saúde de Campinas confirma mais dois casos confirmados de monkeypox. Com isso, a cidade passa a contar com 79 confirmações da doença, sendo 28 importadas e 51 autóctones. A atualização dos dados está sendo divulgada pela Pasta às segundas e quintas-feiras.
 
Os pacientes, 74 homens e cinco mulheres, têm entre 21 e 57 anos. Quarenta deles saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução. 
 
O atendimento para os pacientes com suspeita da doença está disponível nos centros de saúde, prontos-socorros, pronto atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.
 
Sintomas
 
O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus;
– Caroço no pescoço, axila e virilhas;
– Febre;
– Dor de cabeça;
– Calafrios;
– Cansaço;
– Dores musculares.
 
Pessoas infectadas devem permanecer isoladas até que as “casquinhas” das lesões caiam, o que demora cerca de 21 dias. 
 
Os contatos próximos devem monitorar o aparecimento de sintomas e evitar o contato físico com outras pessoas. 
 
Cuidadores e familiares não devem tocar em lesões e ter cuidado ao manipular  roupas, lençóis e toalhas que foram usados pela pessoa infectada. 
 
 
Prevenção
 
– Evitar contato direto com lesões características.
– Lavar com frequência das mãos ou uso de álcool em gel.
– Limpar com frequência as superfícies de alto contato.
– Usar máscara em locais com aglomerações de pessoas.
– Evitar situações de contato físico pele a pele em ambientes com aglomeração.
–  Usar fontes confiáveis para ter informações sobre a doença. 

Anvisa aprova registro de teste para varíola dos macacos

Kit é fabricado pela Fiocruz e detecta regiões genômicas de três vírus

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (20) o primeiro registro, no Brasil, de teste para diagnóstico de varíola dos macacos. O kit molecular, fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), detecta regiões genômicas dos vírus Orthopox, Monkeypox e Varicella Zoster.

Segundo a Anvisa, o produto baseia-se em tecnologia de PCR em Tempo Real e é indicado para o processamento de amostras clínicas. Para conceder o registro, a agência analisou requisitos técnicos que incluem o desempenho clínico e o gerenciamento de risco, que servem para garantir adequabilidade do teste ao uso proposto.

“A avaliação do pedido de registro pela Anvisa levou 39 dias, incluindo 17 dias utilizados pela empresa solicitante para atender as exigências técnicas feitas pela agência. A avaliação dos testes para monkeypox ocorre em regime de prioridade na agência, conforme decisão da diretoria colegiada”, informou o órgão.

A publicação do registro consta na edição desta terça-feira do Diário Oficial da União. A disponibilidade do produto no mercado, de acordo com a Anvisa, depende da empresa detentora do registro.

Brasil deve receber vacina contra varíola dos macacos este mês, afirma Queiroga

O primeiro lote de vacinas contra a varíola dos macacos deve chegar ainda este mês ao Brasil, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em entrevista ao programa Brasil Em Pauta, da TV Brasil.

A negociação, feita com o laboratório dinamarquês Bavarian Nordic, conta com a intermediação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Nessa primeira leva, devem estar disponíveis 50 mil imunizantes, os mesmos utilizados para o combate da varíola.

De acordo com o ministro, as vacinas não são para toda a população, e sim para grupos específicos. “Não há recomendação, no momento, para a vacinação em massa”, esclareceu Queiroga.

Entre os grupos específicos estão profissionais de saúde que lidam diretamente com amostras de infectados e pessoas que tiveram contato com portadores do vírus. “Estudos já mostram que uma dose dessa pode ser fracionada em cinco doses. Então nós podemos beneficiar um número maior de pessoas. A princípio são aqueles que têm contato com o material contaminado”, disse Queiroga.

O ministro da Saúde também reforçou as diferenças entre a varíola dos macacos e a covid-19. Segundo Queiroga, além da letalidade, o vírus da covid-19 apresentou inúmeras mutações no decorrer da pandemia, o que não se observa com a varíola dos macacos, que foi mapeada pela primeira vez na África, em 1976.

Queiroga reforçou ainda que os índices de contágio da varíola dos macacos estão em queda no mundo e em estabilidade no Brasil. “No mundo inteiro o surto tem diminuído, a velocidade de progressão dos casos é menor e nós estamos numa fase de platô com queda. Então esperamos que esse surto seja controlado”, defendeu Queiroga.

Além da importação emergencial de doses de vacina contra a varíola dos macacos, o Ministério da Saúde também recebeu autorização emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para importar o antiviral Tecovirimat, que deve ser utilizado em situações graves e específicas. “O uso é diante de situações onde não temos mais alternativas para esses pacientes”, salientou o ministro da Saúde.

Vacina nacional

O Ministério da Saúde também trabalha com o desenvolvimento de um imunizante nacional para enfrentar a doença. A expectativa é que a vacina esteja operacional no segundo semestre do ano que vem. Mas para isso, segundo o ministro Queiroga, o cenário epidemiológico tem de indicar a necessidade de ampliação do público alvo da vacinação.

“É algo que está trabalhado, em pesquisas. Já recebemos a Universidade Federal de Minas Gerais, que nós chamamos de semente, que depois gera a produção do IFA, e a Fundação Oswaldo Cruz, através de Biomanguinhos, tem capacidade de fazer escala. Mas isso é se houver uma indicação de vacinação para um grupo maior de pessoas”.  

A varíola dos macacos tem sinais e sintomas que se caracterizam por lesões e erupções de pele, febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrio e fraqueza.

O programa Brasil Em Pauta com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi ao ar neste domingo (18), às 22h30, na TV Brasil.

Informaçoes: Agência Brasil
Imagem: Marcello Casal Jr.

Campinas confirma mais 9 casos de varíola dos macacos, total chega a 65 casos

A Secretaria Municipal de Saúde de Campinas confirmou mais nove casos de monkeypox. Com isso, a cidade passa a contar com 65 confirmações da doença, sendo 27 importadas e 38 autóctones. A atualização dos dados está sendo divulgada pela Pasta às segundas e quintas-feiras.
 
 
Os pacientes, 61 homens e quatro mulheres, têm entre 21 e 57 anos. Vinte e oito deles saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução.
 
 
O atendimento para os pacientes com suspeita da doença está disponível nos centros de saúde, prontos-socorros, pronto atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.
 
 
Sintomas
 
 
O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus.
 
 
Outros sintomas possíveis da doença:
 
– caroços no pescoço, axila e virilhas;
 
– febre;
 
– dor de cabeça;
 
– calafrios;
 
– cansaço;
 
– dores musculares.
 
 
Pessoas infectadas devem permanecer isoladas até que as “casquinhas” das lesões caiam, o que demora cerca de 21 dias.
 
 
Os contatos próximos devem monitorar o aparecimento de sintomas e evitar o contato físico com outras pessoas.
 
 
Cuidadores e familiares não devem tocar em lesões e ter cuidado ao manipular  roupas, lençóis e toalhas que foram usados pela pessoa infectada.
 
 
Prevenção
 
 
– Evitar contato direto com lesões características.
 
– Lavar com frequência das mãos ou usar álcool em gel.
 
– Limpar com frequência as superfícies de alto contato.
 
– Usar máscara em locais com aglomerações de pessoas.
 
– Evitar situações de contato físico pele a pele em ambientes com aglomeração.
 
–  Usar fontes confiáveis para ter informações sobre a doença.
monkeypox varíola

Campinas passa dos 50 casos de varíola dos macacos

A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou mais seis casos de monkeypox, nesta segunda-feira (29). Com isso, a cidade passa a contar com 51 confirmações da doença, sendo 24 importadas e 27 autóctones. A atualização dos dados está sendo divulgada pela Pasta às segundas e quintas-feiras.

Os pacientes, 48 homens e três mulheres, têm entre 22 e 57 anos. Vinte e seis deles saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução.

O atendimento para os pacientes com suspeita da doença está disponível nos centros de saúde, prontos-socorros, pronto atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.

Sintomas

O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus;
– Caroço no pescoço, axila e virilhas;
– Febre;
– Dor de cabeça;
– Calafrios;
– Cansaço;
– Dores musculares.

Pessoas infectadas devem permanecer isoladas até que as “casquinhas” das lesões caiam, o que demora cerca de 21 dias.

Os contatos próximos devem monitorar o aparecimento de sintomas e evitar o contato físico com outras pessoas.

Cuidadores e familiares não devem tocar em lesões e ter cuidado ao manipular roupas, lençóis e toalhas que foram usados pela pessoa infectada.

Prevenção

– Evitar contato direto com lesões características.
– Lavar com frequência das mãos ou uso de álcool em gel.
– Limpar com frequência as superfícies de alto contato.
– Usar máscara em locais com aglomerações de pessoas.
– Evitar situações de contato físico pele a pele em ambientes com aglomeração.
– Usar fontes confiáveis para ter informações sobre a doença.

Varíola dos macacos: Sumaré confirma mais três casos; total de registros na RPT chega a 17

Foram confirmados nesta quarta-feira (24) mais três casos da Varíola dos Macacos (Monkeypox) em Sumaré. Os três homens de 22, 36 e 38 anos foram positivados pela Vigilância Epidemiológica de Sumaré.

Segundo o órgão, os infectados são moradores dos bairros Jardim Picerno e Nova Veneza. Eles seguem em isolamento domiciliar e são monitorados por equipes da Secretaria de Saúde, assim como os outros infectados previamente identificados na região Central e no Matão.

Com a divulgação desses dados, o total de infectados na RPT (Região do Polo Têxtil) chega a 17, sendo seis casos em Sumaré, seis em Santa Bárbara d’Oeste, três casos em Americana, um em Nova Odessa e um em Hortolândia.

Direto da Redação
Henrique Amaral – TV HORTOLÂNDIA
Emissora Rede Brasil de Televisão

monkeypox varíola

Campinas soma mais cinco registros de varíola e total chega a 38 casos

A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou mais cinco casos de monkeypox. Com isso, a cidade passa a contar com 38 confirmações da doença, sendo 21 importadas e 17 autóctones. Os dados estão sendo divulgados pela Pasta às segundas e quintas-feiras.
 
 
Os pacientes, 35 homens e três mulheres, têm entre 22 e 57 anos. Dezessete deles saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução. 
 
 
O atendimento para os pacientes com suspeita da doença está disponível nos Centros de Saúde, prontos-socorros, pronto atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.
 
 
Sintomas
 
O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus;
– Caroço no pescoço, axila e virilhas;
– Febre;
– Dor de cabeça;
– Calafrios;
– Cansaço;
– Dores musculares.
 
 
Pessoas infectadas devem permanecer isoladas até que as “casquinhas” das lesões caiam, o que demora cerca de 21 dias. 
 
 
Os contatos próximos devem monitorar o aparecimento de sintomas e evitar o contato físico com outras pessoas. 
 
 
Cuidadores e familiares não devem tocar em lesões e ter cuidado ao manipular  roupas, lençóis e toalhas que foram usados pela pessoa infectada. 
 
 
Prevenção
 
– Evitar contato direto com lesões características;
– Lavar com frequência as mãos ou usar álcool em gel;
– Limpar com frequência as superfícies de alto contato;
– Usar máscara em locais com aglomerações de pessoas;
– Evitar situações de contato físico pele a pele em ambientes com aglomeração;
– Usar fontes confiáveis para ter informações sobre a doença.

Varíola dos macacos: calendário de vacinação deve sair nesta semana

O Ministério da Saúde (MS) deverá saber nesta semana quando terá as primeiras vacinas disponíveis contra a varíola dos macacos.

Segundo a representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Gross, a fase de tratativas com o laboratório produtor da vacina terminaram, mas falta uma posição do laboratório sobre o calendário de entrega.

“Esperamos ter o calendário das vacinas nesta semana”, disse ela. “Não temos como apresentar um calendário [de entrega de vacina] neste momento. Sabemos que uma parte das vacinas vai chegar em breve. Esperamos que o fornecedor nos especifique quando nós poderemos transportar a vacina para o Brasil”, disse ela, em coletiva de imprensa, no Ministério da Saúde.

A aquisição dessas vacinas deve ser feita através da Opas, uma vez que o laboratório responsável por elas fica na Dinamarca e não tem representante no Brasil. Assim, o laboratório não pode solicitar o registro do imunizante junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e caso o país queira comprá-lo, a OPAS deve intermediar a transação.

Socorro Gross estava acompanhada do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e de secretários da pasta. Queiroga esclareceu que as 50 mil doses solicitadas pelo Brasil, caso cheguem, irão para profissionais de saúde que lidam com materiais contaminados.

“Se essas 50 mil doses chegarem aqui no ministério amanhã, não terão o condão de mudar a história natural da situação epidemiológica em relação à varíola dos macacos. Essas vacinas, quando vierem, serão para vacinar um público muito específico”.

Queiroga também não considera, até o momento, declarar Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) por causa da doença. Segundo ele, a área técnica do ministério não se manifestou nesse sentido.

Além disso, de acordo com Queiroga, mecanismos de vigilância em saúde já foram reforçados; pedidos de registros de testes rápidos já foram feitos junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); e outras providências podem ser tomadas fora do âmbito da Espin, caso seja necessário.

Até o momento, Estados Unidos e Austrália já declararam emergência em seus territórios.

Dados

Na coletiva de imprensa, o Ministério da Saúde também divulgou dados atualizados sobre a doença. No mundo inteiro foram registrados 35.621 casos em 92 países.

Os países com mais casos são Estados Unidos (11,1 mil), Espanha (5,7 mil), Alemanha (3,1 mil), Reino Unido (3 mil), Brasil (2,8 mil), França (2,6 mil), Canadá (1 mil), Holanda (1 mil), Portugal (770) e Peru (654).

Até o momento, 13 mortes foram registradas, em oito países. São eles: Nigéria (4), República Centro-Africana (2), Espanha (2), Gana (1), Brasil (1), Equador (1), Índia (1) e Peru (1).

No Brasil, foram confirmados até o momento 2.893 casos. Além disso, existem 3.555 casos suspeitos de varíola dos macacos, com uma morte.

Entre os contaminados, 95% são homens e a maioria está na faixa dos 30 anos de idade. Apesar de ser uma doença que acomete, em sua maioria, homens que fazem sexo com homens, o ministro faz um alerta para não se estigmatizar a doença a esse grupo específico ou mesmo discriminá-lo.

“Essas referências feitas aqui a homens que fazem sexo com homens é uma constatação tão somente epidemiológica. Não podemos incorrer nos erros do passado. Nós já sabemos o que aconteceu na década de 80 com HIV/Aids. Não é para discriminar as pessoas, é para protegê-las”.

Queiroga também afirmou que apesar do nome, a doença não é transmitida pelos macacos e fez um apelo para a não agressão desses animais, por medo da doença.

“A varíola dos macacos é uma zoonose e o roedor é a provável origem da zoonose. Não é o macaco. O macaco é tão vítima da doença quanto nós, que também somos primatas. Portanto, não saiam por aí matando os macacos achando que vão resolver o problema da varíola dos macacos”.

Imagem e informações: Marcello Casal Jr/Agência Brasil